Deputado Federal Delegado Antonio Furtado apoia que aprovados em concursos da área de segurança pública sejam chamados para ocupar vagas ociosas

Após ser procurado por representantes aprovados no concurso de Oficial de Cartório da 6ª Classe da Polícia civil do Rio de Janeiro, o deputado federal Delegado Antonio Furtado, se comprometeu em promover uma reunião entre os representantes dos concursados e os deputados estaduais Rodrigo Amorim e Alexandre Knoploch. O encontro, para apresentar as reivindicações do grupo, aconteceu ontem (04/08) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e também teve a participação do deputado federal Sargento Gurgel.  

– Em 2016, o então governador do Rio, Francisco Dorneles, decretou estado de calamidade financeira, que permanece até hoje. Por isso, o Estado está em regime de recuperação fiscal. Essa ação fez com que a validade dos concursos públicos fosse prorrogada. Entendo que os excedentes, aqueles que passaram fora das vagas, devem ser chamados, pois agora as vagas existem e esses policiais são muito necessários. Considero legítima essa reivindicação por parte de todos que passaram no concurso de 2013 – declarou o deputado federal Delegado Antonio Furtado. 

Autores de Projetos de Lei estaduais que preveem a convocação dos concursados da área de segurança pública incluindo civis, militares, agentes da secretaria estadual de administração penitenciaria e bombeiros militares, os deputados estaduais manifestaram o apoio aos concursados.

– A pandemia aumentou as necessidades da Segurança Pública. Está aí o motivo porque esses profissionais precisam assumir imediatamente as vagas existentes. É uma necessidade do povo do Rio, que merece uma segurança pública de melhor qualidade – destacou o deputado estadual Rodrigo Amorim.

A convocação dos concursados excedentes, de acordo com os participantes da reunião, é um processo mais barato e menos burocrático, além de melhorar o serviço na área de segurança pública, prestado à população. 

– Também sou favorável a convocação dos aprovados nos concursos do Estado. Isso é mais rápido e mais barato do que a realização de novos concursos públicos – declarou Gurgel.

Além dos representantes do concurso de 2013 para Oficial de Cartório da 6ª Classe da Polícia civil do Rio de Janeiro, estavam concursados do processo de 2012 realizado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), cujos agentes atualmente são políciais penais (antes chamados agentes penitenciários e que tiveram a nomenclatura da atividade mudada pelo Congresso Nacional como forma de maior prestigio).

– Precisa ficar claro que não estamos propondo a criação de vagas apenas que sejam ocupadas as que já existem nesses órgãos de segurança pública. Só na polícia civil são 642 vagas de oficias de cartório. Na Seap são outras 200. Essas instituições são vitais pois são responsáveis tanto pela prisão dos bandidos como a manutenção deles nos presídios. Muitos servidores aposentaram ou estão perto de pedir aposentadoria, por isso existem vagas ociosas. Quem trabalha fica sobrecarregado enquanto a sociedade permanece desprotegida. Nós, deputados do PSL, abraçamos essa causa e vamos lutar pela nomeação e posse desses concursados. Só quem perde com isso é a criminalidade! – defendeu o deputado federal Delegado Antonio Furtado.